Baseando-se em variadas fontes em línguas europeias e arquivos, Gunn apresenta-nos neste livro uma perspectiva colateral sobre o funu timorense – ou a arte da guerra -, e as incursões do forasteiros e lança as bases para uma reflexão sobre diversas questões que se colocam relativamente a Timor. Ter-se-ão devido exclusivamente a uma atitude contra a cobrança de impostos as rebeliões que abalaram a ilha nos séculos XIX e inícios do XX? Terá a grande revolta de Boaventura, nas primeiras décadas deste século, lançado as sementes do nacionalismo timorense? E, na verdade, como é que se reacendeu o funu timorense, talvez reformulado e reimaginado, no seio da juventude de Timor perante a ocupação assassina e genocida dessa nação de meia-ilha?
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